1ª Geração: Necessidade como desafio

Pouco tempo depois, a entrada do Brasil na 2ª guerra mundial acirrava a hostilidade contra os alemães no país. Visto como uma ameaça pelo mercado de trabalho, Ernst Weckerle acabou perdendo o cargo na empresa onde trabalhava, apesar dos bons resultados que vinha alcançando.
Depois de sofrer durante alguns anos o peso do preconceito pela sua nacionalidade, Weckerle juntou os poucos recursos que restavam da sua indenização para vencer o desemprego por conta própria.
Assim, em 1947, nascia a Ótica Ernesto: uma necessidade que tinha pela frente o desafio de sobreviver em um bairro, até então, estritamente residencial. Mesmo longe da Rua Chile, o grande centro comercial da época, a Ernesto ganhou força, conquistando a confiança de clientes e o reconhecimento de profissionais do ramo, professores e estudantes.